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Conto Erótico: O Gigante Polonês.

  • 1 de jan. de 2018
  • 7 min de leitura

Atualizado: 3 de mar. de 2021

O Gigante Polonês.

Foi no terceiro dia do mês de outubro de 2017 que um perfil sem foto me abordou no zap. Sinceramente: eu tenho uma preferência por contatos que não exibem foto de rosto. Gosto de mistério, curto discrição, aprecio o sigilo. Não gosto de ter uma prévia da aparência do cliente pois isso me obriga a julgá-la. Quando um cliente me deixa ver sua foto de rosto antes de chegar, quase sempre me decepciona na chegada (quase... mas, nem sempre). É que normalmente escolhemos a melhor foto, no melhor ângulo para ilustrar nossos perfis. E às vezes a realidade é ligeiramente diferente da ilusão. Mas, já houve casos em que eu não dava nada pela foto e a presença em carne osso me surpreendeu muito positivamente. O herói desse conto preenche bem o perfil da minha clientela, veja sua mensagem.

“Estava vendo seu site. Você é o Ciro, não é isso? Achei bacana. É bem voltado para massagem mesmo”. “O seu estúdio é o das fotos?” “Então. Eu estava afim de marcar uma sessão de massagem sensual para saber como é. Mas seria só massagem mesmo. Estou afim de ter o corpo massageado por um homem, mesmo que estejamos nus. Quero essa sensação pra saber como é. Estou vendo um horário para amanhã à tarde”. “Então, é mais um lance de curtir a massagem, com quem está fazendo, curtir o momento e o ambiente. Gostei de você porque parece um cara bacana com um serviço bem voltado pro que eu queria mesmo” “Fora o corpaço que você tem. Eu não sou gay nem nada. E também não curto penetração. Mas também não sou cego e nem hipócrita de deixar de observar e admitir que esse tipo de relação (massagem) entre homens é sim excitante e prazerosa.”

Esse é “o meu cliente”: discreto, sigiloso, curioso na sacanagem com outro macho mas, ao mesmo tempo não se define sexualmente como gay. O tipo de cara com pouca experiência na massagem masculina. Ele sabe que não é viado mas, tem uma atração cuidadosamente reprimida por homem. No entanto, pouca oportunidade há de colocar em prática seu desejo secreto. E é para isso que o meu estúdio existe. Afirmo com segurança que 98% dos meus clientes são homens casados de aliança no dedo. Todos eles têm esposa, filhos ou netos. Aqui é o oásis no meio do deserto onde eles veem beber de uma agua proibida, a caverna com o tesouro dos 40 ladrões onde eu sou o gênio da lâmpada: basta esfregar a carteira e eu surjo nu para atender 3 desejos a 100 reais cada um.

No dia seguinte às 20:35 entrou no estúdio um homem branco de faces e orelhas rosadas, ligeiramente calvo, tinha 1,96 de altura, pesava 120 quilos. Um rosto muito masculino, parecia um militar russo. Estava vestido de forma muito esportiva, camiseta, short e tênis... parecia alguém que saiu para correr ou ir para a academia. Caladão, sentou-se e eu reclinei a poltrona branca para fazer o peso do gigante levitar. Descalcei-o e massageei o pezão 45 sem pressa. Ao finalizar busquei o maior chinelo para ele (não havia nenhum do seu tamanho). Ele se levantou e eu o despi completamente. O conduzi até o banheiro e abri a ducha morna para ele entrar. Não importa se o cliente tomou banho antes de sair de casa, ele tomará outro no início e no final da sessão: é parte do protocolo de atendimento. E um banho antes da massagem contribui muito para o relaxamento do corpo e da mente para o que vem a seguir.

Ao deitar-se sobre a maca espalhei óleo mineral sem cheiro sobre a parte traseira do corpo. Era uma colossal montanha de mármore coberta de pelos negros. Tive que ser generoso no óleo pois, com tanto pelo corporal fica difícil o deslizamento da mão, o atrito pode causar desconforto. Apesar da abundância de pelos sua estética não estava comprometida: a distribuição dos fios era muito harmoniosa e bem desenhada. O centro todo das costas era de pelos negros que também cobriam ombros poderosos e desciam pelos braços compridos. E a bunda (muito branca, muito boa) e as pernas também eram bem peludas. Massagear seu corpo era como acarinhar um carpete. Eu tava de pau muito duro porque aquele toque era muito áspero naturalmente e me passava pelas mãos uma energia sexual muito masculina.

Na virada para cima eu afundei os dedos na floresta negra coberta por um pouco de neve sobre o peito e abdômen. Procurei por seus mamilos rosados e os encontrei enrijecidos. Sua mão enorme já havia encontrado meu cacete também rígido e me bolinava. Calmamente fui aproximando o pau de sua cabeça e o cara não teve dúvida: chupou sem vergonha ainda que desajeitadamente. Fiz com que se pusesse deitado de lado para melhor mamar minha rola. Coisa que ele fazia muito bem! Mamada suave, macia, molhadinha sem dentes. Coisa de quem já tem esse costume... Depois de me chupar até suar a testa me disse com olhar suplicante: “me come?” E eu disse: “são mais 100 reais, o total fica em 300” e ele respondeu positivamente “ok”. Eu gosto quando não preciso explicar ao cliente que massagem e penetração são serviços distintos e logo têm valores diferentes.

Trato feito. Envelopei meu cacete com o carinho e o cuidado que ele merece. Eu não tenho um piru, eu tenho um pé de dinheiro entre as coxas. Preciso preservar minha prestigiada rola com o maior zelo. Ele me olhou meio sem jeito e disse: “eu nunca fiz isso...” Me lembrei que na sua mensagem ele dizia: “não curto penetração” e meu pau contemplou as estrelas. Quando percebo que o cara não tá acostumado a dar, tá abrindo exceção porque me curtiu, tá baixando a guarda porque sentiu confiança em mim, meu tezão quadruplica. Curto macho inexperiente. É bem melhor que comer uma bicha rodada, carimbada e tarimbada, com aquele cu largo acostumado desde a adolescência a levar pica indiscriminadamente. E não adianta mentir e dizer que nunca “fez isso” antes: eu vou saber. A cabeça do meu pau tem sensores que detectam a frequência com o que o cu tá acostumado a ver rola entrando.

Pus gel nos seu dedos: “passa no cu” ele obedeceu, “agora passa no meu pau” ele lambuzou minha pica. “Deite-se sobre a maca e relaxa”. Deitou o corpo imenso e forte de segurança e pôs a bunda cabeluda pra cima. Fui em busca do seu cu com o caralho tão duro que nem precisei usar as mãos para encontrar o caminho. Passei por uma floresta de espinhos para encontrar a porta do castelo e a pressionei gentilmente. Tirava e botava a piroca do olho do cu dele repetidamente para acostumá-lo ao toque e inspirar nele a confiança que eu precisava para avançar. Era muito fechado o cuzinho dele e a quantidade de pelos pedia uma quantidade ainda maior de gel. Mas, eu sou paciente e não economizei lubrificante. A cabeça do meu pau patinava no seu rego. Até que... entrou e ele ficou com a cara vermelha e uma expressão contraída de dor. Eu disse “relaxa o cu” e retirei suavemente meu pau só para assegura lo de que não iria machuca lo e empurrar mais fundo sem um consenso. Tirei só para patinar no gel e empurrar a cabeça pra dentro novamente.

Ele passou da expressão de dor para o do prazer, parecia imensamente feliz de aquentar só a cabecinha do meu pau. E do meu lado eu também tava curtindo muito dar umas cabeçadas naquele homão. Eu não gozei mas, ele esporrou muita porra no chão. Foi para o banho e ao me pagar meu deu 350 reais. Isso é que é um cavalheiro! Um homem fino que (como poucos) sabe e pode recompensar um profissional experiente e confiável. Saiu e voltou no quinto dia de novembro para uma segunda sessão e uma nova experiência. Lembro que esse dia caiu num domingo e foi o mesmo em que atendi o novinho iniciante (1). Ele chegou às 18:06 novamente vestido como quem saiu para praticar esporte ao ar livre.

A sequência da sessão foi a mesma; o diferencial foi que dessa vez eu comi ele de pé em frente ao espelho e no apartamento ao lado o vizinho gritava “porra, caralho, caralho, porra”: era dia de jogo do flamengo. E o meu gigante tava batendo o maior bolão: aguentando mais que a cabecinha, mais confiante ao ver a rola entrar pelo reflexo do espelho. Ele sorria, se soltava e a pica afundava cada vez mais. Que prazer foder aquele titã imenso, como era bom segurar seu corpo cheio de pelos. É uma pegada completamente diferente. É como dominar um gorila. É como comer um homem das cavernas. Ele pedia pra eu meter mais, teve a ousadia de dar uma rebolada na minha piroca e gozou porra quente no piso frio. Havíamos passado um pouco dos 90 minutos estabelecidos e ao me pagar ele me deu novamente 50 reais de gorjeta além dos 300 combinados.

A terceira sessão foi às 20:47 de 27 de dezembro quando ele mais uma vez veio em traje esportivo. Imaginei ele dizer pra mulher algo do tipo “vou pra academia, vou correr no aterro” como desculpa para vir ao estúdio praticar esportes mais radicais. Nesse dia o caladão entregou a origem polonesa. Os olhos azuis, a cor de sua pele e toda sua composição física denunciavam sua descendência europeia. Ele me perguntou bem humorado: “e seu vizinho? Deve tá feliz porque o flamengo ganhou!” Na hora da rola entrar... notei que sua capacidade para dar pra mim vinha aumentando a medida das nossas sessões e perguntei: “tá dando pra mais alguém?” Ele respondeu: “não, tô no plano fidelidade, só você me come” Caralho!!! Ouvir o abominável homem das neves, o Pé grande me dizer isso daquele jeito sacana! Bom demais! O meu pau entrava todo na bunda dele que me dizia “isso ae mete mesmo”

No acerto de contas meu deu o mesmo valor das sessões anteriores e saiu com o mesmo ar de satisfação e missão (secreta) cumprida das outras vezes. O que mais me impressiona nesse cara é que se você o visse na rua jamais diria o que ele gosta de fazer com outro homem. Pela mamada eu sei que ele já chupa piroca não é de hoje: boquete muito bom... deixa meu pau durão. Mas o anal ... garanto: sou eu que tô abrindo o caminho para futuros comedores. É um tipo insuspeito, indetectável e improvável. Você morreria numa grana apostando que ele não chupa piroca mas... ele chupa sim e muito bem! E nada do que ele faz aqui no estúdio (nem a rebolada na pica) diminuí a impressão masculina que ele imprime. Esse é o perfil da minha clientela.

Nota de rodapé.

  1. Veja o conto “A iniciação”

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